Juturna e Carmenta – Deusas da Mitologia

Juturna, deusa dos romanos, era particularmente venerada pelas raparigas solteiras e pelas mulheres casadas, – por umas para conseguir um pronto casamento, e pelas outras para evitar-lhes as agonias e as dores da maternidade.

Dizia-se que Juturna era de uma rara beleza; foi amada por Júpiter, que dela fez uma ninfa imortal e mudou-a em fonte inesgotável. Essa fonte estava perto de Roma, e a população se servia das suas águas nos sacrifícios, sobretudo nos de Vesta, para os quais era proibido usar outra água: era chamada fonte virginal.


Carmenta

Carmenta, divindade romana, e ao mesmo tempo profetisa da Arcádia, foi amada por Mercúrio, de quem teve Evandro, com o qual se passou para a Itália, onde Fauno, rei do Lácio, acolheu-a favoravelmente. Depois de sua morte, foi admitida entre os deuses indígetes de Roma.

Carmenta tinha um altar perto da porta Carmental, e um templo na cidade. Representam-na sob os traços de uma rapariga cujos cabelos frisados naturalmente caem em anéis sobre os ombros; usa uma coroa de favas, e a seu lado está uma harpa, símbolo de seu caráter profético.